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Três noites com Marilyn
Bert Stern, um ousado fotógrafo do Brooklin, frente a frente com a mulher mais sedutora do mundo
Bert Stern Bert Stern Bert Stern

Fotos desse encontro memorável estiveram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foram trazidas por iniciativa de Geraldo Jordão Pereira, publisher da editora Sextante, que viu nas belas imagens uma forma de obter recursos para o Instituto Rio, responsável pelo fundo comunitário Vera Pacheco Jordão, financiador de mais de 60 projetos sociais na Zona Oeste da cidade. Após algumas dificuldades alfandegárias, resultando em atraso na abertura da mostra, Marilyn Monroe – O Mito ficou no MAM de outubro a novembro. Agora, chega a vez de São Paulo. Sob curadoria de Diógenes Moura, as 62 fotos vindas do Museu Maillol de Paris ficarão de 25 de janeiro a 25 de março na Galeria Estação São Paulo.

 

O olhar por trás das objetivas é de Bert Stern, fotógrafo nova-iorquino de 78 anos. Em 1962, aos 32 anos, já estava bem situado no meio, tendo trabalhado para a revista Look e para agências de publicidade. Era famoso por produzir campanhas agressivas. Voltava de Roma, onde fotografou Liz Taylor como Cleópatra, com uma obsessão queimando-lhe as entranhas. Fulminou seu agente com três perguntas: Marilyn Monroe aceitaria posar para ele? A Vogue quer as fotos? A revista já publicou um ensaio com a atriz? Recebeu dois "sim" e um "não", nesta seqüência.

 

Aos 36 anos, 30 filmes no currículo, três casamentos desfeitos, Marilyn Monroe já era a maior estrela do cinema mundial. Não nasceu nem Marilyn nem tão loura, mas Norma Jean Mortenson, em Los Angeles. O glamour passou longe da infância difícil, vivida com a mãe desequilibrada e em orfanatos. Casou-se cedo, aos dezesseis, para se livrar disso tudo, com um operário de 21, James Dougherty. Enquanto ele partiu para servir à Marinha no Pacífico Sul, ela foi descoberta por um fotógrafo, num emprego qualquer na Califórnia. Começou aí a carreira da modelo de cabelos platinados que iria se transformar em estrela de Hollywood e na mais sedutora das mulheres.

 

Stern sabia que, desde as fotos de Tom Kelley – compradas por um tal Hugh Hefner para a capa da revista que lançou em 1953, uma certa Playboy – Marilyn não andava disponível para poses ousadas. Mas era justamente o que ele queria: a estrela em estado puro, nua, sem maquiagem. Convencê-la a aceitar tal proposta seria o problema...

 

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