Home |  Anuncie |  Fale Conosco |  Trabalhe Conosco |  Shopping |  Edições Anteriores |  Assine
Edição # 33 | Agosto e Setembro 2010


Capa | Índice | Revista Virtual | +Fotos
Enquete Photos. Participe!
Personagem
Eder Chiodetto fala da crítica na fotografia, dos fotógrafos de um projeto só, da Rede e do seu envolvimento como curador

Por Bola Teixeira
Celso Peixoto

Há 25 anos, Eder Chiodetto deu de cara com um dilema, fruto de uma desilusão amorosa: "Eu cometo suicídio aos 18 anos ou vou fazer alguma coisa para esquecer esse trauma", diverte-se ele com o antigo drama, em entrevista concedida à reportagem da Photo Magazine durante o encontro de fotografia Floripa na Foto. Foi salvo por Araquém Alcântara – quer dizer, por uma exposição do fotógrafo anunciada nas páginas de um jornal de Santos, onde Chiodetto residia. "Fui ver e costumo dizer que nunca mais saí daquela exposição".

 

Deslumbrado com o que viu, Chiodetto fez curso com Araquém e partiu para a faculdade de jornalismo motivado pela fotografia. De lá foi para a Folha de S. Paulo como fotógrafo e, depois, como editor de fotografia, cargo que exerceu durante treze anos, crítico e, por fim, curador. Ou seja, tamanho envolvimento o torna uma referência na fotografia brasileira. "Acho que, quando você faz foco numa paixão, realmente te instiga, e as coisas vêm a favor", ele acredita, e solta o verbo nesta entrevista à Photo Magazine. Acompanhe:

 

Jornalista, fotógrafo, crítico, curador...

...chega! (risos)

 

...e como você administra isso tudo?

Olha, minha vida virou uma tsunami, na verdade, de 2009 pra cá, sobretudo com a curadoria em São Paulo do Ano da França no Brasil, que eu tive uma demanda, graças a Deus, bastante grande de trabalho. Eu acho que todas estão interligadas num mesmo canal. Pensando fotografia, refletindo sobre ela ou escrevendo, fazendo curadoria, editando livro de alguém, meus projetos pessoais também, fotografando, que é cada vez menos... Eu começo a montar agora uma equipe que está trabalhando comigo para que a curadoria seja bem sedimentada, o que faz com que a máquina ande de uma forma mais harmoniosa.

 

Tomou gosto pela curadoria, seria isso?

Demais, demais. Acho que é o que mais tem me mobilizado ultimamente. Pensar um projeto curatorial, de entrar num acervo, de descobrir seus meios de força, a pesquisa, no que a fotografia pode impactar o público, descobrir uma forma de percepção nova através do recorte que a gente dá, mas também deixando um lastro que sempre é um projeto educativo atrelado à exposição, ou a uma publicação. É isso, de fato eu tenho me achado muito bem na curadoria.

 

Leia a entrevista completa na versão impressa (nas bancas)

 Home |  Anuncie |  Fale Conosco |  Trabalhe Conosco |  Shopping |  Edições Anteriores |  Assine

Copyright © 2010, Editora Photos - Todos os direitos reservados
Rua 10 n.391 - sl 06 - Balneário Camboriú - SC - 88330-657
DDG 0800 643 5386 / Tel.: +55 (47) 3405-4900